Ceticismo: David Hume é conhecido pelo seu ceticismo em relação ao conhecimento humano, especialmente no que diz respeito às causas e efeitos. Ele argumentava que não podemos ter a certeza absoluta sobre o mundo, pois o nosso conhecimento baseia-se em impressões sensoriais e hábitos mentais, e não numa conexão lógica necessária. Causalidade: Hume desafiou a ideia tradicional de causalidade. Ele sustentou que a causalidade não é algo que possamos perceber diretamente, mas uma inferência que fazemos com base na repetição de eventos. Para ele, as nossas crenças em causa e efeito vem do hábito, e não de uma conexão necessária no mundo. Impressões: No sistema filosófico de Hume, as impressões são as percepções mais vivas e imediatas, como sensações e emoções. Ele diferenciava essas impressões das ideias, que são cópias menos vivas das impressões, formando a base do seu empirismo. Margarida Ferreira n°13 11°i
Causalidade é um princípio que diz que duas ideias representam dois acontecimento que nos parecem estar ligados por uma conexão necessária ou de uma relação causa-efeito. O aparecimento de uma dessas ideias na mente é frequentemente acompanhado pelo aparecimento da outra.
Impressões e ideias: Para David Hume, as impressões são as experiências vívidas, como as sensações que sentimos ao ver, ouvir ou tocar algo. Já as ideias são cópias menos intensas dessas impressões, ou seja, são as lembranças ou pensamentos que temos sobre as experiências. Pedro Bavini N19 11I
impressões As impressões são as sensações, paixões e emoções. São percepções originárias que se apresentam com maior força e vivacidade. Rodrigo Costa,n16,11F
Hábito ou costume: Segundo David Hume, por maior que seja o número de observações particulares, não há uma justificação empírica que prove a sua generalização. Acontecimentos particulares que se repetem não podem ser prova do geral uma vez que a conclusão não deriva necessariamente das proposições anteriores. Deste modo, Hume crítica a indução já que não podemos provar empiricamente uma conexão necessária ou uma relação de causalidade entre fenómenos. Para o filósofo, a generalização é uma crença ou expectativa de que os fenómenos se repetirão sempre de igual forma, havendo assim um salto do raciocíno. Sendo assim, a ideia de conexão necessária tem apenas fundamento psicológico. Após a experiência repetida de uma conjunção constante entre dois fenómenos/acontecimentos/objetos, somos levados pelo hábito ou costume a esperar que apareça um a partir do outro. É, portanto, o hábito que cria em nós a expectativa de que tal conjunção continuará a verificar-se no futuro levando-nos à crença de que entre tais fenómenos há uma relação causal (entendida como conexão necessária). Dara Martinho, número 2 - 11°I
As ideias são as perceções menos intensas e vivas. Elas são as representações das impressões, ou seja, são as imagens enfraquecidas das impressões, nunca alcançando vivacidade, intensidade e força iguais às destas últimas. O pensamento mais vivo é, inclusive, inferior à sensação mais fraca.
Ceticismo: David Hume é conhecido pelo seu ceticismo em relação ao conhecimento humano, especialmente no que diz respeito às causas e efeitos. Ele argumentava que não podemos ter a certeza absoluta sobre o mundo, pois o nosso conhecimento baseia-se em impressões sensoriais e hábitos mentais, e não numa conexão lógica necessária.
ResponderEliminarCausalidade: Hume desafiou a ideia tradicional de causalidade. Ele sustentou que a causalidade não é algo que possamos perceber diretamente, mas uma inferência que fazemos com base na repetição de eventos. Para ele, as nossas crenças em causa e efeito vem do hábito, e não de uma conexão necessária no mundo.
Impressões: No sistema filosófico de Hume, as impressões são as percepções mais vivas e imediatas, como sensações e emoções. Ele diferenciava essas impressões das ideias, que são cópias menos vivas das impressões, formando a base do seu empirismo.
Margarida Ferreira n°13 11°i
Causalidade é um princípio que diz que duas ideias representam dois acontecimento que nos parecem estar ligados por uma conexão necessária ou de uma relação causa-efeito. O aparecimento de uma dessas ideias na mente é frequentemente acompanhado pelo aparecimento da outra.
ResponderEliminarTeresa Sant’Ana n14 11j
conceito a priori
ResponderEliminarAs relações de ideias são criadas, o que implica uma lógica: 3+3=6 isto é uma verdade absoluta.
Maria Silva n 12 11I
Impressões e ideias: Para David Hume, as impressões são as experiências vívidas, como as sensações que sentimos ao ver, ouvir ou tocar algo. Já as ideias são cópias menos intensas dessas impressões, ou seja, são as lembranças ou pensamentos que temos sobre as experiências.
ResponderEliminarPedro Bavini N19 11I
impressões
ResponderEliminarAs impressões são as sensações, paixões e emoções. São percepções originárias que se apresentam com maior força e vivacidade.
Rodrigo Costa,n16,11F
Hábito ou costume:
ResponderEliminarSegundo David Hume, por maior que seja o número de observações particulares, não há uma justificação empírica que prove a sua generalização. Acontecimentos particulares que se repetem não podem ser prova do geral uma vez que a conclusão não deriva necessariamente das proposições anteriores. Deste modo, Hume crítica a indução já que não podemos provar empiricamente uma conexão necessária ou uma relação de causalidade entre fenómenos. Para o filósofo, a generalização é uma crença ou expectativa de que os fenómenos se repetirão sempre de igual forma, havendo assim um salto do raciocíno. Sendo assim, a ideia de conexão necessária tem apenas fundamento psicológico. Após a experiência repetida de uma conjunção constante entre dois fenómenos/acontecimentos/objetos, somos levados pelo hábito ou costume a esperar que apareça um a partir do outro. É, portanto, o hábito que cria em nós a expectativa de que tal conjunção continuará a verificar-se no futuro levando-nos à crença de que entre tais fenómenos há uma relação causal (entendida como conexão necessária).
Dara Martinho, número 2 - 11°I
As ideias são as perceções menos intensas e vivas. Elas são as representações das impressões, ou seja, são as imagens enfraquecidas das impressões, nunca alcançando vivacidade, intensidade e força iguais às destas últimas. O pensamento mais vivo é, inclusive, inferior à sensação mais fraca.
ResponderEliminarAna Santos Silva, N°1, 11°I