O que é um argumento indutivo?



A indução é uma generalização porque conseguimos retirar uma conclusão geral a partir de uma amostra significativa. Partimos então de premissas particulares e chegamos a uma conclusão geral. É assim que se faz a experimentação na ciência. Com este método podemos fazer previsões do que pode vir a acontecer no futuro a partir de acontecimentos ocorridos no passado. Com efeito, a indução baseia-se no determinismo, ou seja acreditamos que existem leis da natureza estáveis e que tudo está determinado no entanto, se aparecer um contraexemplo o argumento não perde o seu valor porque não há uma relação necessária entre as premissas e a conclusão.
Daniela Rocha, 10º B

Comentários

  1. Ao contrário da induçao, a dedução é um raciocínio que parte do geral para o particular. É um raciocínio rigoroso, que não contém margem de ero, é claro. Por ser repetitivo e não existir progresso/evolução, os cientístas preferem utilizar o argumento indutivo que apresenta margem de erro, mas permite uma ampliação do conhecimento.

    Benedita Vilas Boas, Nº6, 10ºC

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  2. Quando a indução é um argumento forte, a conclusão tem um bom suporte de justificação que torna improvável que a conclusão venha a tronar-se falsa.
    Quando a indução é fraca, a probabilidade da conclusão ser verdadeira é reduzida.
    Segundo Francis Bacon, a indução permite ampliar o conhecimento, mas podem surgir exceções que abalem a verdade estabelecida na conclusão.

    Miguel Azevedo, n°24, 10°B

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  3. Um argumento indutivo é aquele no qual se parte de experiências sobre fatos particulares e se infere daí conclusões gerais.
    Ana Rita Araújo
    N°1/10°B

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  4. A indução é possivelmente um dos tipos de raciocínio mais importantes para gerar conhecimento, se de facto não for o mais importante. Com a indução, após a análise de diversos casos em particular, estabelecem-se leis universais (por exemplo, após os estudo do ponto de fusão de diversos metais, e após a confirmação de que uma grande maioria dos metais tinham elevado ponto de fusão, então foi estabelecida a lei universal: os metais têm elevado ponto de fusão), embora estas leis universais possuírem margem de erro (no caso anterior, o mercúrio é uma exceção à lei universal). Apesar disso, o facto de existirem excessões apenas confirma a regra, neste caso a lei universal. A indução também não é perpétua, isto é, no futuro, uma indução poderá ser refutada através de novos métodos e tecnologias futuras. Porém, isso não significa que as induções do presente são insignifcantes no futuro? Claro que não! Para começar, nem todas as induções passadas são refutadas (por exemplo, não existe contradição possível ao teorema de Pitágoras) e, mesmo que contraditas, uma indução antiga poderá ajudar a criar ainda mais conhecimento no futuro, através da avaliação das induções com tecnologias futuristas, que originam novas refleções sobre um determinado tema.

    Francisco Campos, nº12, 10ºC

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  5. Um argumento indutivo é aquele no qual se parte de casos particulares para uma conclusão geral, consiste em generalizar. Este tipo de argumento é muito utilizado pelos cientistas, pois permite ampliar o conhecimento, uma vez que a partir de casos singulares presentes ou passados permite formular conclusões que não foram ainda comprovadas. Para que um argumento indutivo seja um bom argumento, a conclusão terá de ser muito provável. Em suma, a indução permite-nos compreender a ordem das coisas e a regularidade dos fenómenos, possibilitando que criemos opiniões próprias e orientadoras, onde se baseiam as teorias científicas.

    Rita Malafaya Oliveira, Nº28, 10ºC

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  6. Segundo Aristóteles, o primeiro filósofo a utilizar a indução nos seus argumentos foi Sócrates.
    -Bárbara Veríssimo n4 10C

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  7. Os argumentos indutivos, ao contrario dos dedutivos, consistem em generalizar ou seja, tiram-se conclusões e estabelecem-se leis sobre temas gerais a partir da observação de casos particulares supondo que o sucedido se irá repetir sempre.
    Para um argumento dedutivo ser válido é necessário que se tratem de casos particulares representativos e que não hajam contraexemplos.
    Estes argumentos também podem ser caracterizados conforme a probabilidade da sua conclusão vir a ser, ou não, falsa. Caso a conclusão esteja bem justificada e suportada por factos, trata-se de um argumento forte, se o argumento não cumprir estes requisitos estamos perante um argumento fraco.

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  8. A razão e a experiência são o princípio fundamental do conhecimento. Existem duas correntes filosóficas influentes- o racionalismo e o empirismo, para o racionalista a matemática apresenta um domínio que podiam ser feitas descobertas somente pelo exercício da razão. O empirista assume uma forma de defesa de que os factos abstratos da matemática são no fundo uma questão de convenção ,no fim existe apenas consenso, e não descoberta; prova ,e não verdade.
    Rui Martim Macedo nº28 10ºB

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  9. Um argumento indutivo vai do particular para uma conclusão geral, ou seja, consiste em generalizar, partindo da observação onde um certo números de casos particulares estabelecem uma lei geral induzindo o q ali se verifica.
    Rodrigo Gomes, n°26, 10°B

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  10. O raciocínio indutivo é um tipo de raciocínio ou argumento que parte de uma premissa particular, para atingir uma conclusão universal. É o processo pelo qual, dadas diversas particularidades, chegamos a uma generalização.
    Desta forma, é possível dizer que o raciocínio indutivo é um argumento no qual a conclusão tem um maior domínio que as premissas.
    Filipa Campos Neves 10ºB nº10

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  11. O raciocínio indutivo faz referência ao fato de num argumento indutivo “generalizarmos”, o que significa projectar conclusões gerais a partir de premissas particulares.
    Um argumento indutivo pode ser mais ou menos forte, pois varia consoante o número de premissas que sustentam a conclusão.
    Apesar do exposto, um argumento indutivo não garante a total verdade da conclusão mesmo que as premissas sejam verdadeiras, pois há sempre as excepções à regra.

    Francisco Sucena
    10º B nº 29

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  12. Um argumento indutivo é aquele no qual se parte de experiências sobre fatos particulares e se inferem daí conclusões gerais. Quando dizemos que todos os homens que nascerem irão morrer porque até hoje ninguém deixou de morrer estamos a usar um argumento indutivo. Tais argumentos baseiam-se na experiência passada para sustentar uma conclusão. Luis Quintanilha nº15 10ºB

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  13. O raciocínio indutivo é um argumento no qual a conclusão tem uma abrangência maior que as premissas.

    José Penha nº14 10ºF

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  14. Um argumento indutivo é um argumento que parte do particular para o geral. É muito utilizado na ciência e na defesa das suas ideias. Tem como principal vantagem avançar e aumentar o conhecimento mas como principal desvantagem a existência de margem de erro. Os argumentos indutivos fortes Sao aqueles em que a conclusão é bem fundamentada. No entanto os argumentos fracos são aqueles em que a verdade da conclusão é muito improvável.
    Rita Cardoso n 22 10F

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  15. No campo da lógica existem duas classes fundamentais de argumentos: os dedutivos e os indutivos. Um argumento indutivo é aquele no qual se parte de experiências sobre fatos particulares e se infere daí conclusões gerais, daí ao facto de estarem presentes nas ciências experimentais, como a física e a biologia. Num argumento indutivo, a verdade da conclusão não é garantida pela vericidade das premissas, a conclusão é apenas provavelmente verdadeira. Por exemplo quando dizemos que todos os homens que nascerem irão morrer porque até hoje ninguém deixou de morrer estamos a utilizar um argumento indutivo. Estes argumentos baseiam-se na experiência passada para de algum modo, sustentar uma conclusão. Os argumentos indutivos podem ser classificados como fortes ou fracos. Um argumento é forte quando a força das premissas torna altamente improvável (embora não seja impossível logicamente) que a conclusão seja falsa. São fracos quando as premissas anteriores não sustentam a conclusão, logo é provável que a conclusão seja falsa.
    Gonçalo Coelho n13 10C

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  16. Um argumento indutivo, contrariamente ao dedutivo, parte do particular para o geral e utiliza o método experimental (método utilizado na ciência por exemplo)
    Este argumento deriva obviamente das suas permissas, que são os seus casos particulares, mas isso não implica que a afirmação final seja verdadeira ou que seja adotada definitivamente, pois pode muitas vezes ser refutada/contestada.
    Por hipótese, se retirarmos uma conclusão baseada em poucos ou escassos fatores que a comprovem, acontece que cometemos um erro no nosso raciocínio conhecido como Falácia da Generalização Apressada

    José Diogo Machado Nº16 10ºC

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    Respostas
    1. Raciocínio indutivo ou método indutivo é um tipo de raciocínio ou argumento que parte de uma premissa particular para atingir uma conclusão universal. É o processo pelo qual, dadas diversas particularidades, chegamos a uma generalização. Assim, podemos dizer que o raciocínio indutivo é um argumento no qual a conclusão tem uma abrangência maior que as premissas. O indivíduo que faz uso do método indutivo entende que as explicações para os fenómenos surgem unicamente da observação dos factos.
      Segundo Aristóteles, o primeiro filósofo a utilizar a indução nos seus argumentos foi Sócrates.

      Dinis Oliveira nº7 10ºB

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  17. Vai do particular para uma conclusão geral. Consiste em generalizar.
    Na indução não há uma necessidade lógica entre as premissas e a conclusão e por isso não garantem a verdade da conclusão.
    Dinis Carneiro Nº8 10ºB

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  18. Este argumento consiste na generalização de algo. Uma generalização é válida se partir de casos particulares representativos e se não existirem contraexemplos. A indução permite-nos compreender a ordem das coisas e a regularidade dos fenómenos. As mesmas ideias estão presentes no Principio Do Atualismo utilizado por James Hutton (geólogo Escocês) na sua teoria (Uniformitarismo).

    Luís Oliveira n15 10B

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  19. Um argumento indutivo,é aquele em que as premissas oferecem um forte suporte para a conclusão.
    Este é um argumento no qual as premissas apoiam a conclusão de tal maneira que se as premissas são verdadeiras, é improvável que a conclusão seja falsa.
    Beatriz Figueiredo n°14 10°G

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  20. Um argumento indutivo é aquele no qual se parte de experiências sobre factos particulares e se infere daí conclusões gerais.
    Manel Melo, n°17, 10°B

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  21. Um argumento indutivo é aquele no qual se parte de experiências sobre fatos particulares e se infere daí conclusões gerais.Esse tipo de raciocínio também é chamado de generalização indutiva. O uso da palavra “generalização” faz referência ao fato de em um argumento indutivo “generalizarmos”, o que significa passar de premissas particulares para conclusões gerais.Um argumento indutivo pode ser mais ou menos forte. A força de um argumento indutivo depende do grau de apoio que as premissas oferecem para a conclusão.
    António Matos nº3 10ºB

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  22. Um argumento indutivo é aquele no qual se parte de experiências sobre fatos particulares e se infere daí conclusões gerais. Quando dizemos que todos os homens que nascerem irão morrer porque até hoje ninguém deixou de morrer estamos usando um argumento indutivo. Tais argumentos se baseiam na experiência passada para sustentar uma conclusão.
    “Se um grande número de As foi observado sob ampla variedade de condições, e se todos esses As observados possuíam sem exceção a propriedade B, então todos os As têm a propriedade B.", assim define Chalmers um argumento indutivo.
    Rodrigo Silva nº27 10ºB

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  23. Um argumento indutivo é aquele que parte do particular para o geral. Por exemplo, na ciência usamos este argumento para aumentar o saber, ou seja, generalizamos o conhecimento a fim de o extender. A conclusão não deriva essencialmente das premissas. Por exemplo se nós dissermos que numa festa só há bolo de chocolate só porque só comemos bolo de chocolate estamos a retratar um argumento indutivo, pois, lá por só termos comido o bolo de chocolate não quer dizer que não haja mais bolos na festa. Concluindo, os argumentos indutivos baseiam-se na generalização apressada de acontecimentos.

    Maria Inês Pereira, N°18, 10°G

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  24. A indução é um tipo de argumento do qual se parte de casos particulares para uma conclusão geral. Através de argumentos indutivos ampliamos o nosso conhecimento, visto que a partir de casos particulares se retira uma conclusão derivada das premissas. Assim, este método de pensar é muitas vezes utilizado pelos cientistas. Consiste em generalizar. A indução é um bom argumento quando a sua conclusão é muito provável, sendo sustentada pelas premissas. Concluindo, a indução permite um pensamento coerente e lógico, baseado em teorias científicas.

    Maria Júdice n19,10C

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  25. Um argumento indutivo consiste em generalizar e obter uma conclusão geral, partindo de uma premissa particular. Através da observação de determinados casos, induzimos que o que nesses se verifica, verificar-se-á também em situações semelhantes. A indução permite-nos compreender a ordem das coisas, tal como a regularidade de fenómenos, gerando assim crenças orientadoras em que as teorias científicas são baseadas. A indução não garante a veracidade da conclusão, uma vez que carece de uma necessidade lógica entre as premissas e a conclusão.
    Maria Amaral, nº20, 10ºB

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  26. Um argumento indutivo é aquele no qual se parte de experiências sobre fatos particulares e se infere daí conclusões gerais

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  27. Um argumento indutivo parte de premissas particulares e chega uma conclusão geral. Podemos afirmar que indução faz generalizações com a possibilidade de permitir realizar previsões.
    Francisca Martins nº19 10b

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  28. A indução é o argumento utilizado pelos cientistas .

    Francisco Campos nº11 10ºB

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  29. Os argumentos indutivos, têm um propósito adicional. São elaborados com a finalidade de estabelecer conclusões cujo conteúdo é muito mais amplo que o conteúdo das premissas. Para conseguir esse objetivo, os argumentos indutivos sacrificam o carácter de necessidade que têm os argumentos dedutivos. Ao contrário do que sucede com um argumento dedutivo e válido, um argumento indutivo correcto pode ,  perfeitamente, admitir uma conclusão falsa, ainda que as suas premissas sejam verdadeiras. Mesmo não podendo garantir que a conclusão de um argumento indutivo será verdadeira quando as premissas são verdadeiras, podemos afirmar que as premissas de um argumento indutivo correto sustentam ou atribuem uma certa verosimilhança à sua conclusão. Quando as premissas de um argumento dedutivo e válido são verdadeiras, a sua conclusão deve ser verdadeira.

    Quando as premissas de um argumento indutivo correto são verdadeiras, o melhor que podemos dizer é que a sua conclusão é provavelmente verdadeira. A ideia básica é esta: na indução contrariamente ao que sucede na dedução, não estamos certos de que a conclusão será sempre verdadeira, quando as premissas são verdadeiras.

    Francisco Campos n11 10B

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